Conselho Nacional justiça e o seu papel na conciliação e mediação

Tem por função a fiscalização da magistratura, é composto por 15 membros (membros da magistratura, Ministério Público, advocacia e cidadãos) com mandado de 2 (dois) anos, admitindo 1 (uma) recondução, e presidido pelo Ministro do STF, escolhido e indicado por seus pares e na sua ausência pelo Vice-presidente do STF, conforme versa o artigo 103-B, § 4º 1 e incisos, é importante dizer, que seu controle é feito também através de denúncias e reclamações feitas por qualquer interessado conforme § 5º, I 2 sendo assim, é um Órgão que surgiu, em partes, por pressão de controle externo da magistratura por outros órgãos ou pessoas de outros poderes.

O Conselho Nacional de Justiça está tornando o judiciário no Brasil mais ágil e eficiente, à tentativa de fazer dos métodos alternativos de resolução de conflitos uma nova mentalidade social, na busca da pacificação social, tema em vigência, relevante e importante que deve estar em discussão na sociedade busca da solução de seus conflitos cotidianos.

Sendo assim, os métodos alternativos de resolução de conflitos que ganharam especial relevância em razão do grande número de demandas judiciais existentes no Brasil na atualidade. O próprio Conselho Nacional de Justiça – CNJ tem feito sucessivas manifestações públicas para incentivar a adoção de métodos alternativos de resolução de conflitos, inclusive emitindo resoluções a esse respeito. Recentemente, em março de 2016, entrou em vigor o chamado novo Código de Processo Civil que implantou medidas de incentivo a mediação e a conciliação.

Fonte: https://riziasilva1995.jusbrasil.com.br/noticias/519859551/conselho-nacional-justica-e-o-seu-papel-na-conciliacao-e-mediacao?ref=topic_feed